16/02/2025 | A central operária anunciou uma greve sem mobilização para o dia em que a Câmara de Deputados tratar o projeto governista. Com o apoio crucial do setor de transporte, a medida expõe as críticas sobre mudanças nas indenizações, direito de greve e a exclusão de trabalhadores embarcados da Lei de Contrato de Trabalho.
FONTE: El Diario AR

A CGT (Confederação Geral do Trabalho) convocou nesta segunda-feira uma greve geral sem mobilização para o dia em que a Câmara de Deputados tratar a reforma trabalhista. Embora ainda não haja uma data exata, isso poderá ocorrer na próxima quinta-feira. A medida conta com um apoio crucial: a adesão de todos os sindicatos do setor de transporte.
A decisão foi anunciada após uma reunião virtual ao meio-dia de hoje entre os copresidentes da central operária Octavio Argüello, dos Caminhoneiros; Jorge Sola, do sindicato dos Seguros; e Cristian Jerônimo, dos Empregados do Vidro.
Embora não haja uma mobilização de forma orgânica, cada sindicato poderá convocar marchas de maneira individual. Para esta quarta-feira às 11h, a CGT convocou uma coletiva de imprensa para fornecer mais detalhes.
Os pontos mais questionados do projeto de reforma trabalhista que o Governo impulsiona são as modificações nas indenizações, na jornada de trabalho, no direito de greve e nas férias, enquanto também gerou críticas o esquema de licenças por doença ou acidentes não laborais.
