12/11/2024|Dessa forma, o indicador perfurou um novo piso, revelou o Indec. É o valor mais baixo desde novembro de 2021.
FONTE: El destape

A inflação de outubro foi de 2,7%, revelou nesta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística e Censo (Indec). Desta forma, o aumento de preços conseguiu romper um novo patamar, depois de ter estagnado acima dos 4% durante quatro meses.
A inflação interanual, frente a outubro de 2023, atingiu 193%. Entretanto, o aumento de preços até agora em 2024 atingiu 107%. Na medição mensal, foi a inflação mais baixa desde novembro de 2021 e a inflação núcleo foi a mais baixa desde setembro de 2020.
Alimentos subiram pouco mais de 1%
O item que teve maior aumento no mês foi habitação, água, luz, gás (5,4%) devido aos aumentos nos aluguéis e despesas relacionadas; eletricidade e água, seguido por vestuário e calçados (4,4%).
Outro quesito com maior incidência foi o de restaurantes e hotéis (4,3%) nas regiões da Grande Buenos Aires e Noroeste, enquanto no Nordeste, Cuyo e Patagônia foi Habitação, água, luz, gás e outros combustíveis (5,4%). Por fim, outros produtos que aumentaram foram alimentos e bebidas não alcoólicas (1,2%), onde se destacaram os aumentos no pão e nos cereais; carnes e derivados; e frutas.
Os preços que registraram as menores variações em outubro de 2024 foram os de transportes (1,2%) e alimentação e bebidas não alcoólicas (1,2%).
Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) núcleo (2,9%) liderou o aumento, seguido pelo IPC regulado (2,7%), enquanto o IPC sazonal aumentou 1,4%.
