13/11/2024 | A Câmara IV do mais alto tribunal criminal federal da #Argentina confirmou a pena de seis anos e a inabilitação para o exercício de cargos públicos. Agora, a defesa de #CFK pode recorrer à Suprema Corte de Justiça.

Sem provas, confirmaram a condenação de Cristina Kirchner pelo caso de “vialidad” no qual é acusada de receber subornos, não conprovados, pela construção de estradas na província de Santa Cruz entre 2003 e 2015.
A decisão do Tribunal Federal de Cassação foi decidida pelos juízes Gustavo Hornos, Mariano Borinsky (amigos íntimos de Mauricio Macri) e Diego Barroeteveña (designado por Macri sem concurso público) em resolução que também inabilita a ex-presidenta para exercer cargos públicos.
“Condenar Cristina Fernández de Kirchner à pena de 6 anos de prisão, inabilitação especial perpétua para o exercício de cargos públicos, acessórios legais e os custos do processo por considerá-la autora criminalmente responsável pelo crime de administração fraudulenta em detrimento da administração pública”, leu o juiz Hornos, acompanhado por Borinsky e Barroeteveña.
A defesa e o promotor têm 10 dias para recorrer da decisão à Corte Suprema de Justiça, como último recurso.
Esta sentença confirma a decisão do Tribunal Oral Federal 2, emitida em 6 de dezembro de 2022, ao final de um julgamento que começou em 2019.
Antes da decisão, alunos da universidade pública realizaram uma “aula aberta” em frente ao edifício dos tribunais em apoio à ex-presidenta e em denúncia do “lawfare” do qual ela é vítima, onde se reuniram diferentes líderes e militantes peronistas. Paralelamente, o Ministério da Segurança ordenou a militarização da área com centenas de soldados de diferentes forças de segurança.
