18/06/2025 | A deputada Julia Strada e o jornalista Hernán Letcher participaram do ato em apoio a Cristina Fernández de Kirchner e denunciaram uma “perseguição fenomenal” que ameaça a democracia argentina. A população marchou da Recoleta até a Praça de Maio.
FONTE: En Orsai

Em um emocionante ato itinerante da Recoleta até a Praça de Maio, Julia Strada e Hernán Letcher destacaram a defesa de Cristina Fernández de Kirchner como símbolo de uma democracia sitiada. O dia foi uma mistura de memória, gratidão e militância ativa contra o judiciário que busca cassar Cristina Fernández de Kirchner.
Memórias com temática argentina
Esta não é uma manhã qualquer. É um dia marcado pela memória e pela defesa. Uma defesa não apenas de Cristina, mas de uma democracia devastada pela perseguição judicial e midiática.
“Muitas pessoas podem discordar de Cristina, mas reconhecem que há uma perseguição fenomenal. Isso coloca a democracia em risco”, apontou Letcher.
Em meio à fragmentação social e ao discurso de ódio, há uma certeza: a necessidade de defender o que é básico, o que é essencial. O voto. A justiça. A vontade do povo.
Cristina, símbolo de uma democracia em desputa
O clima é de celebração, sim, mas também de alerta. De gratidão, mas também de luta. Cristina Kirchner se tornou mais do que uma liderança política: ela é um símbolo. Um refúgio. Um estandarte contra o avanço dos setores mais reacionários do país.
Esse 18 de junho não foi apenas uma passeata. Foi um ato de resistência. Um povo agradecido. Um povo farto da perseguição. Um povo disposto a defender o que lhe pertence: sua democracia.
