23/04/2024|Mais de 70 universidades em toda a Argentina, pertencentes a diferentes províncias, unem-se à mobilização em rejeição aos cortes e falta de orçamento educacional.
FONTE: El destape

Professores, funcionários universitários e estudantes convocaram uma multitudinária Mobilização Universitária Federal, diante do ajuste brutal, do esvaziamento, da falta de parcerias e da ausência de um orçamento educacional para o ano em curso por parte do governo de Javier Milei. A convocatória contou com o apoio de diversos setores do espectro político: foi apoiada pelo peronismo, grande parte do radicalismo, pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), pela esquerda, pelos movimentos sociais, por representantes de universidades privadas, sindicatos de professores do ensino primário e secundário e cidadãos comprometidos com a causa das universidades públicas.
Uma das principais marchas será em direção à Plaza de Mayo, a partir das 15h30, sendo a Plaza de Los dos Congresos, o ponto de encontro. De qualquer forma, as diferentes colunas estudantis iniciaram sua jornada a partir das 13h e incluíram alunos e professores das faculdades de Direito, Economia, Medicina, Farmácia e Bioquímica da Universidade de Buenos Aires, entre muitas outras.
Segundo as redes sociais oficiais, participam: a Universidade de Buenos Aires (UBA), a Universidade Nacional de La Plata (UNLP), a Universidade Nacional de San Martín (UNSAM), a Universidade Nacional de Quilmes, a Universidade Nacional de Lomas de Zamora – entre outras – e também de entidades privadas como a Universidade Empresarial Argentina (UADE), Torcuato Di Tella (UTDT) e San Andrés (UdeSA). São mais de 70 universidades em todo o país, pertencentes a todas as províncias do país.
