10/03/2024│O Governo BIDEN ocupa o território do GRANDE NORTE argentino através do Exército estrangeiro
FONTE: InfoBaires 24
Por: Alejandra Paredes

A notícia foi gerada pelo próprio Executivo nacional, que numa manobra de rendição, possibilitou a ocupação norte-americana do território argentino, ignorando as leis argentinas e o papel do Congresso Nacional.
Do Norte Grande ao paralelo 35, a Argentina está sob o controle operacional do Exército dos Estados Unidos.
Por decisão totalitária do Poder Executivo liderado por Javier Milei e sua irmã Karina, a assinatura de um suposto “acordo” coloca a gestão da Segurança, do Território, dos Recursos e da População, nas mãos dos EUA, como uma força ocupacional, como acontece atualmente nos países que são invadidos e depois destruídos institucionalmente e militarmente pelo governo norte-americano.
A formalização da ordem emanada do gabinete de Javier e Karina Milei, foi cumprida pelo Controlador dos Portos, Gastón Benevuto, que assinou um MEMORANDO DE ENTENDIMENTO com o embaixador dos EUA, Marc Stanley, juntamente com o representante do Corpo de Engenheiros Adrien McConnell.
“Em comunicado conjunto, os dois países destacaram a importância de garantir a eficiência e a transparência nas operações portuárias em meio a um cenário global marcado pelas mudanças climáticas e pela necessidade de combater as atividades ilícitas nas vias navegáveis. Salientaram também que a pandemia da COVID-19 destacou a relevância do transporte marítimo e a estabilidade dos operadores portuários, sublinhando a importância estratégica deste acordo para ambas as nações” (https://www.infobae.com/economia/2024/03/08/atrabajo-de-colaboracion-entre-argentina-y-estados-unidos-por-la-hidrovia/)
Em cumplicidade com Benvenuto esteve também o Secretário de Empresas do Estado e Empresas da Casa Civil da Nação, Mauricio González Botto, que liderou a cerimónia de assinatura do acordo.
Enquanto isso, Milei comemora os três piores meses da economia e das instituições da República, acompanhado pelas diferentes versões da imprensa “amiga” que dizem aquilo que não provoca as perigosas birras e ataques do presidente.
