18/01/2024│ Vão desde os governadores Kicillof e Quintela até atores como Carlos Belloso, Cecilia Roth, Charo López, Cristina Banegas, Dolores Fonzi e Gustavo Garzón; e cantores como Peteco Carabajal, Teresa Parodi, Diego Frenkel e Bruno Arias.
FONTE: El Destape

Mais de 1.500 personalidades da música, arte e cultura, ciência, política e sindicalismo assinaram um documento público no qual rejeitavam o DNU (decreto de necessidade e urgência de número 70/2023) e a “Lei Ônibs” do Governo de Javier Milei, definindo-os como um “plano destrutivo”.
Além disso, convocaram uma greve da CGT na próxima quarta-feira, 24 de janeiro. “O Decreto 70/2023 é ilegal e ilegítimo, ataca trabalhadores do sector privado, trabalhadores do sector público, consumidores e utilizadores, inquilinos, atletas, industriais, comerciantes, trabalhadores culturais, bem como de colocar em sério risco a soberania nacional e o cuidado ambiental”, o documento sustenta e destaca que o decreto de necessidade e urgência “impõe ilegal e ilegitimamente reformas de natureza legislativa baseadas nos interesses de um grupo de empresas e em detrimento do povo como um todo”.
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