Trata-se das universidades Madres de Plaza de Mayo, na Cidade Autônoma de Buenos Aires, del Delta, Pilar e Ezeiza, na província de Buenos Aires e Río Tercero, em Córdoba.
FONTE: Agência TÉLAM

O plenário legislativo aprovou a criação das Universidades de Delta, Pilar e Río Tercero com o apoio da Frente de Todos, do Bloco de Esquerda, de alguns partidos provinciais e da Evolución Radical, que se opôs à formação da universidades de Ezeiza e das Madres de Plaza de Mayo.
Ao abrir o debate, a presidente da Comissão de Educação, Blanca Osuna (Frente de Todos) disse que “estamos criando instituições públicas e educativas baseadas em um direito que requer a decisão de um governo, sua intervenção e compromisso; e representam as demandas que as comunidades nos fizeram.”
“Há quem diga que estamos perante gastos excessivos, entendemos que é um desafio das próprias comunidades”, acrescentou.
Osuna disse que “há projetos para criar oito universidades, mas hoje vamos por cinco delas e esperamos dentro de pouco tempo tratar [na câmara] as três que faltam”, acrescentando que o número de estudantes quintuplicou nestes quarenta anos da democracia.
Enquanto isso, a representante do FDT em Córdoba, Gabriela Estévez, disse que “hoje é um dia histórico para o povo da cidade de Río Tercero e da província de Córdoba. Conseguimos aprovar na câmara de Deputados a criação da Universidad Nacional de Río Tercero, um passo fundamental para a reparação do ataque à Fábrica Militar”.
Por sua vez, a legisladora da Evolución Radical, Danya Tavela, afirmou que “as universidades são o progresso e o futuro e são centrais para o desenvolvimento socioeconómico do país, para a formação de profissionais, cidadãos, líderes, governantes e para fortalecer a qualidade institucional e democrática. Em nosso país [Argentina], elas têm sido o principal motor da mobilidade social ascendente.”
