FONTE: Ambito financiero

No décimo mês de 2021, a Argentina registrou superávit comercial de US $ 1,6 bilhão, conforme divulgado pelo INDEC nesta terça-feira. As exportações registraram o melhor mês de outubro desde 2012, enquanto as importações foram as maiores desde 2017.
Segundo dados oficiais do INDEC (Instituto Nacional de Estatística e Censos), em outubro o país exportou um total de US $ 6.848 milhões, 46,5% (+ US $ 2.174 milhões) a mais do que no mesmo mês de 2020.
O aumento anual foi impulsionado em primeiro lugar por um crescimento de 73,7% (+ US $ 778 milhões) nas exportações de produtos primários, principalmente cereais.
Também foi significativa a contribuição das exportações de produtos manufaturados de origem industrial, que aumentaram 56,8% (+ US $ 703 milhões), impulsionada pelo desempenho de produtos químicos, material de transporte terrestre e metais comuns e suas manufaturas.
Em relação aos parceiros comerciais, o Brasil manteve-se na vanguarda, sendo o principal destino das exportações argentinas e o segundo fornecedor das importações, atrás apenas da China. Em termos anuais, as vendas ao país vizinho cresceram 50,1%, contra um aumento nas compras de apenas 13,1%, que se traduziu em saldo comercial superavitário de US $ 115 milhões.
O pódio foi completado pela China e pelos Estados Unidos. Entre os principais destinos das exportações, Índia, Chile, Vietnã e Holanda também se destacaram, assim como nos meses anteriores. Com esses números, no acumulado de 2021, a Argentina apresenta um superávit comercial de US $ 13,94 bilhões, o maior desde 2009.
