“A Argentina é o 17º país do mundo com mais vacinas aplicadas”

“Já temos mais de 75% da população acima de 18 anos com pelo menos uma dose, e avançando com as segundas doses para completar o esquema de vacinação”, disse a assessora presidencial Nicolini.

FONTE: En Orsai

Cecilia Nicolini

A assessora presidencial Cecilia Nicolini disse neste domingo que “a Argentina é o 17º país do mundo que está aplicando o maior número de doses. Significa que a campanha de vacinação tem muito sucesso e que temos que continuar avançando diante da variante Delta, mas com perspectivas animadoras”.

Em relação ao componente 2 da vacina Sputnik V, a funcionária garantiu que “continuará chegando da Federação Russa” e que o laboratório Richmond está avançando na sua produção.

Além disso, antecipou que nos próximos dias terão “o lançamento e aprovação dos primeiros lotes do componente 2 [da vacina Sputnik V fabricada na Argentina] para distribuí-los”.

A assessora presidencial afirmou que “os estudos de intercambialidade [de vacinas de diferentes laboratórios] serão mais um elemento da estratégia para completar os esquemas de vacinação”.

Em relação às vacinas Pfizer, estimou que irão chegar no próximo mês: “Estamos trabalhando para estabelecer um cronograma de entrega que possa ser cumprido, que atenda todas as condições necessárias e esperamos que possam começar a chegar em setembro e completar 20 milhões antes do final do ano”.

Sobre as negociações com outros laboratórios, disse que o Governo está “em diálogo” com vários, incluindo a Janssen. A respeito da vacina AstraZeneca, disse que “regularmente chegarão” as que foram produzidas em conjunto com o México e destacou que a chegada da vacina CanSino será confirmada nos próximos dias.

“Temos uma perspectiva muito positiva. Você pode ver não só os adultos, mas também os jovens que estão recebendo sua segunda dose”, e isso mostra “a porta de saída desta pandemia”, disse Nicolini. Mas ao mesmo tempo pediu para continuar respeitando as medidas preventivas: “É muito importante continuar com o máximo cuidado, porque estamos vendo em diferentes países que a variante Delta, embora tenha baixa “letalidade”, é “altamente contagiosa”.

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