É a mais forte medida de protesto realizada contra o governo macrista. Os transportes estão totalmente paralisados e são realizados piquetes e cortes em diferentes pontos geográficos.
FONTE: Portal de Noricias
A partir da meia-noite começou a greve mais importante e contundente desde o início da administração de Mauricio Macri. Tanto a CGT – Confederação Geral do Trabalho- , CTAs – Centrais de trabalhadores de Argentina- quanto os movimentos sociais ratificaram sua adesão e as principais cidade de Buenos Aires e a província estão paralisadas. Também registra-se alta adesão no interior do país.
Não há transporte público nem voos nacionais ou internacionais por 24 horas. As escolas permanecem fechadas, assim como os bancos e postos de venda de combustíveis.
Muitas vozes se levantaram para contestar o ministro do interior Rogelio Frigerio, quem no domingo assegurou que “eles [os sindicalistas] não sabem por que param”. Os sindicalistas informaram que a greve é pela reabertura das negociações por aumento de salários, que claramente perderam para a inflação descontrolada e o aumento do dólar; também por causa do aumento do desemprego; pelo retorno ao FMI e pelo ‘tarifazo” dos serviços públicos (energia, gás, água, etc.).

