Trata-se da Fleg Trading, a empresa que veio a público com os Panama Papers e que o presidente negou.
FONTE: Portal de Noticias
Dirigentes próximos de Mauricio Macri deram passos importantes para “desligar” o presidente argentino da empresa offshore Fleg Trading, cuja existência foi descoberta em abril de 2016 pelos Panama Papers.

De acordo com os portais informativos Infobae, La Nación e Perfil foram realizadas trocas de documentos, negociações e reuniões entre o escritório de advogados panamenho Mossack Fonseca, um contador uruguaio e advogados de Macri entre abril de 2016 e setembro de 2017. O objetivo era completar a documentação exigida pela Justiça.
Os intensos trâmites incluíram um pedido ao contador que intermediou a abertura da sociedade desde o Uruguai para modificar em 2016 as datas de um documento datado de 1998, atestando que tinha sido Franco Macri – pai do presidente- quem comprou a empressa FLEG Trading naquela época. No entanto, Santiago Lussich Torrendell, o contador, recusou o pedido por medo de que uma análise pericial caligráfica ordenada pela Justiça detectasse o engano.
Os advogados do Presidente pretendem reunir documentos comprobatórios de que o presidente Macri não tinha sido um acionista dessa empresa e, portanto, não informou esse fato na sua declaração juramentada quando assumiu como chefe de governo da cidade em 2007.
