26/08/2-25│Mais denúncias de corrupção envolvendo Karina #Milei e o assessor “Lule” Menem, somada à falta de defesa do presidente libertário, geram crise política e econômica.

O governo de Javier Milei enfrenta uma crise após o vazamento de novas gravações de áudio que implicam sua irmã, Karina Milei, secretária geral da presidência, e seus cúmplices, os irmãos Menem.
Trata-se de supostos atos de corrupção ligados a contratos multimilionários com empresas farmacêuticas em troca de propinas, venda de candidaturas eleitorais e pedidos de suborno aos órgãos estatais que atendem os aposentados [PAMI e ANSES] entre outros.
O impacto econômico foi imediato: o dólar subiu 2,6%, as ações argentinas caíram 10% e o risco país ultrapassou os 800 pontos.
A polêmica está afetando a imagem de #Milei a poucos dias das eleições legislativas em Buenos Aires e da renovação do Congresso, com uma queda histórica de 13,6% na confiança em sua administração.
Prisões ligadas a empresários e ex-funcionários estão sendo realizadas no marco das investigações, enquanto a oposição exige uma comissão parlamentar de inquérito.
#Milei, mais uma vez, acusou o kirchnerismo de orquestrar uma campanha eleitoral contra seu governo.
O presidente foi criticado após um comentário que muitos interpretaram como autoincriminação em relação à corrupção quando ele disse, em um ato falho, “estão bravos porque ‘afanamos’ a roubalheira deles”.
