19/06/2025 │Em um cenário político centrado em Cristina Fernández de Kirchner, o presidente busca retomar a agenda econômica e recorre às privatizações na tentativa de “fortalecer as reservas”.
FONTE: Contexto

Javier Milei busca retomar a centralidade política e recorre a uma de suas principais “estratégias” para fortalecer a economia: a privatização de empresas públicas. Nas últimas horas, o chefe de Estado retomou a agenda de privatizações e agora busca acelerar o processo de leilão de entidades nacionais em busca de acumulação de reservas.
Vale lembrar que um dos principais pontos de tensão na Lei de Bases era a questão das privatizações. Ali, o conflito era profundo, principalmente em relação a quais entidades poderiam ou não ser “privatizáveis” pelo governo. De acordo com a mega-lei, oito empresas públicas são elegíveis para privatização, incluindo Enarsa e Nucleoeléctrica (energia), Trens Argentinos, Intercargo (aeroportos) e AySA (água).
Da mesma forma, empresas como Corredores Nacionales (rodovias) e Yacimientos Carboníferos Río Turbio (carvão) também ganharam destaque nos últimos meses, quando ambas foram convertidas em sociedades anônimas, um movimento que foi interpretado como um passo preliminar para a privatização. Isso gerou alarme e mobilização no setor sindical.
