11/04/2025│As principais categorias que impulsionaram o aumento foram “Educação”, com forte alta de 21,6%, e “Alimentos e bebidas não alcoólicas”, segundo o INDEC.
FONTE: Primereando las noticias

O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) informou que a inflação para março de 2025 foi de 3,7%, superando as projeções privadas que estimavam entre 2,8% e 2,9%. Esse aumento levou a inflação acumulada a 8,6% no primeiro trimestre do ano e a 55,9% nos últimos 12 meses.
As principais categorias que impulsionaram o aumento foram “Educação”, com forte alta de 21,6%, e “Alimentos e bebidas não alcoólicas”, que registrou alta de quase 6%. Esse foi o maior recorde mensal desde agosto de 2024, quando a inflação atingiu 4,2%.

Com esses dados, que caíram como um balde de água fría na Casa Rosada, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) não só aprofundou a aceleração que já havia mostrado em fevereiro, quando atingiu 2,4%, como também é o maior nível desde agosto de 2024, quando o índice ficou em 4,2%.
De fato, esse número também está bem acima das expectativas, já que consultorias privadas estimaram um número entre 2,8% e 2,9%, enquanto a Pesquisa de Expectativas de Mercado (REM) do Banco Central da Argentina (BCRA) estimou um número de 2,6%.
Enquanto isso, os preços sazonais subiram 8,4%, seguidos pelos preços regulamentados, que subiram 3,2%.
Embora o número tenha sido muito negativo, o Ministério da Economia, chefiado por Luis Caputo, tentou minimizar o impacto dos dados preocupantes: “Em março de 2025, a variação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi de 3,7%, uma queda substancial em relação ao mesmo mês do ano passado, que foi de 11%. Além disso, a variação interanual foi de 55,9%, marcando uma forte tendência de desinflação no último ano.”
