16/01/2025│O calor mal passou dos 30 graus na cidade de Buenos Aires e sua área metropolitana (AMBA) e o país inteiro já está à beira de ficar sem energia.

O governo Milei, para tentar “forjar” o superávit fiscal (fictício), paralisou obras-chave que poderiam evitar que a Argentina ficasse sem energia.
Obra paralisada 1: entre as obras paralisadas está a da usina Dioxitek, que se destinava à purificação do minério de urânio, com o qual são utilizados os combustíveis que alimentam três usinas nucleares em operação na Argentina, a Usina Nuclear Embalse e Atucha I e II.
Obra paralisada 2: Milei também paralisou a expansão da usina nuclear Atucha I.
Obra paralisada 3: também interrompeu a construção do CAREM-25, o primeiro reator nuclear, projetado e construído por cientistas argentinos para dar maior impulso à energia nuclear para a geração de eletricidade.
Obra paralisada 4: cancelaram a licitação para ampliação do parque térmico argentino em 3.000 Mv. Em 2025 e 2026, devido a esta diminuição, haverá escassez de 2.500 Mv, o que equivale ao consumo de 3,5 milhões de residências.
Dólares que vão embora por capricho de Milei: devido à paralisação das obras públicas, hoje a Argentina vai gastar dólares importando energia de seus vizinhos Chile, Bolívia e Brasil. Todos os países considerados “comunistas” por Milei estão atualmente salvando o país de grandes apagões. O Chile transmitiu 60 MVh, a Bolívia 100 MVh, o Paraguai 10MVh, enquanto o Brasil contribuiu com mais de 1760 MVh para que a Argentina não fique sem energia nesta primeira onda de calor.
A Argentina de Milei não possui um plano de contingência para cortes de energia.
Tarifas mais caras, serviço pior: sem fazer investimentos, o governo Milei aumentou o preço da energia elétrica em mais de 500% desde que assumiu a presidência, bem acima da inflação.
Os argentinos sem luz, e cadê o Milei? Obviamente preparando sua próxima viagem aos Estados Unidos ou recebendo prêmios fajutos no exterior. Enquanto isso, o presidente do Brasil, Lula Da Silva, salva a Argentina novamente.
