Presidentes da região e líderes mundiais manifestam apoio a Cristina e repudiam a perseguição judicial

Presidentes, líderes da região e líderes mundiais expressaram apoio à vice-presidenta Cristina Kirchner e denunciam um novo caso de “lawfare.

FONTE: Tiempo argentino

Vários presidentes e líderes internacionais expressaram seu apoio e solidariedade à vice-presidenta Cristina Kirchner, depois que ela foi condenada a 6 anos de prisão e inabilitação perpétua para o exercício de cargos públicos no âmbito da causa “Vialidad”.

O presidente eleito de Brasil, Lula Da Silva, manifestou seu apoio a CFK em sua rede social, associou a condenação a 6 anos com o acontecido no Brasil e destacou que essas práticas podem causar danos à democracia.

Por sua vez, o ex-presidente da Bolívia, Evo Morales, repudiou a decisão “contra o golpe judicial fraudulento” e acrescentou que a sentença “tenta truncar os direitos políticos da vice-presidenta. “Depois de fracassar na tentativa de assassiná-la, hoje tentam eliminá-la politicamente. Força irmã Cristina, a luta continua!”, escreveu o ex-presidente boliviano.

Os presidentes do México, Honduras, Cuba e Bolívia falaram com o mesmo intuito.

“URGENTE: CFK foi condenada a 6 anos de prisão e inabilitação definitiva para o exercício de cargo público em flagrante ato de perseguição. Junte-se à campanha @ProgIntl_ES e adicione seu nome para dizer: eu também estou com Cristina!, manifestaram da aliança Progressive International, que reúne acadêmicos, políticos e líderes da esquerda progressista de diferentes partes do mundo. “Condenamos a guerra judicial contra Cristina Kirchner e repudiamos qualquer ataque à democracia na região, afirmaram.

Na carta divulgada, eles indicaram que a sentença é “o último ataque de vários dos quais a vice-presidenta foi vítima e fizeram referência ao ataque que ela sofreu em 1º de setembro, quando “o mundo assistiu com horror como a arma de um suposto assassino falhou em atirar à queima-roupa.” Além disso, destacaram o papel dos meios de comunicação que realizam “ações violentas” que “fazem parte de uma campanha mais ampla de perseguição que visa não apenas Cristina, mas todos os projetos de poder popular na Argentina e em toda a América Latina”.

Na mesma linha, o deputado espanhol pelo Más País, Iñigo Errejón, expressou: “Vão contra Cristina porque perseguem políticas de redistribuição de renda, igualdade de oportunidades, casamento igualitário, a decisão pela soberania econômica e o compromisso com os mais humildes. Mas com isso não vão conseguir”.

A presidenta do Partido dos Trabalhadores (PT) do Brasil, Gleisi Hoffmann, escreveu em sua conta no Twitter: “Todo o apoio à companheira @CFKArgentina, vítima de perseguição e politização do judiciário. PT está ao seu lado, força, a verdade vencerá!”.

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