A produção industrial argentina encerrou uma sequência de três anos de perdas e a produção já é 11,5% maior do que em fevereiro de 2020, antes da chegada da Covid-19, segundo dados do INDEC. É o melhor resultado desde dezembro 2016.
FONTE: Política argentina

A atividade industrial fechou 2021 com um aumento acumulado de 15,8% em relação ao ano anterior, a primeira alta após três anos consecutivos de queda. Dessa forma, atingiu o nível mais alto para o mês de dezembro desde o início da série em 2016.
Já o índice da série com ajuste sazonal mostra variação positiva de 0,6% em relação ao mês anterior, após alta de 4,1% em novembro, e está 11,5% acima do patamar pré-covid de fevereiro de 2020, conforme divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC).
Da mesma forma, a indústria cresceu em relação aos anos sem pandemia: melhorou 7,1% em relação a 2019 e 0,3% em relação a 2018.
Durante dezembro de 2021, todos os setores que compõem o indicador cresceram, com alta de dois dígitos em 6 deles. Apresentaram as maiores alças: equipamentos de transporte (65,7%), vestuário, couro e calçados (42,9%), veículos automotores (19,5%), refino de petróleo (15,1%), setores que estão em alta há 10 meses consecutivos. Somam-se os aumentos de dois dígitos em produtos de Tabaco (13,6%) e alimentos e bebidas (12,5%). Se comparado a dezembro de 2019, todos os setores cresceram com exceção do refino de petróleo (-0,4%). Os maiores aumentos ocorreram em veículos automotores (67,9%), máquinas e equipamentos (47,7%), outros equipamentos de transporte (47,0%), vestuário, couro e calçados (39,4%) e outros equipamentos, aparelhos e instrumentos (35,9%).
