O INDEC revelou que, durante o último mês de gestão de Cambiemos, uma família precisou de quase 40 mil pesos (R$ 2.800) para não ser pobre e mais de 15 mil (R$ 1.050) para não cair na miséria.
FONTE: Política argentina
O Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) indicou na quarta-feira que, em dezembro, último mês da administração de Mauricio Macri, a Cesta Básica Total de alimentos (CBT) aumentou 52,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A CBT é medida para uma família média (composta por dois adultos e dois menores), e é isso que define o nível de pobreza. Na medição mensal cresceu 3,6% em relação a novembro.
Com esses números, uma família média precisava de US $ 38.960 (R$ 2.800) para não ser pobre na República Argentina.
O instituto que administra Marco Lavagna também mediu a Cesta Básica de Alimentos (CBA) que define o nível de miséria e teve um custo de 15.584,14 pesos (R$ 1.050) no último mês do ano passado. Também registrou a mesma variação interanual de aumento de 52,8%.
O custo de ambas as cestas ficou assim um ponto percentual abaixo do aumento anual dos preços de varejo, que foi de 53,8%.
