De acordo com a imprensa local, picapes pretas com os vidros polarizados do exército boliviano percorreram a região durante a madrugada e depois voltaram para a Bolívia.
FONTE: Diario registrado
O jornalista Raúl Costes, da localidade de Professor Salvador Mazza, em El Sauzal, na fronteira com a Bolívia, informou que os vizinhos daquela área lhe disseram que tinham visto militares do país vizinho patrulhando à procura de alguma coisa.

Segundo testemunhas, havia picapes pretas com vidros polarizados do exército boliviano que patrulharam entre às 2 e às 5 da manhã e, depois, se retiravam para seu país.
Com esses dados, o Esquadrão 61 Salvador Mazza da Gendarmearía Nacional, que tem jurisdição nessa área, ordenou o deslocamento de uma patrulha para investigar o acontecido.
Os vizinhos confirmaram que ouviram os motores dos veículos ao amanhecer, enquanto patrulhavam o local, e vozes de comando. Acredita-se, em princípio, que eles estavam à procura de funcionários do governo de Evo Morales.
El Sauzal é um lugar isolado que não possui eletricidade, água ou estradas, e as comunicações por telefones celulares são feitas a partir de linhas bolivianas, disse Costes.
Esse não é o primeiro incidente registrado na fronteira. No domingo 17, numerosos membros do exército boliviano, com armas longas, ficaram posicionados na ponte internacional que liga Professor Salvador Mazza (Argentina) a San José de Pocitos (Bolívia), apontando para o lado argentino.
