Há resignação na Casa de Governo por não receber a última parcela do empréstimo do Fundo Monetário Internacional.
FONTE: BAE Negocios
por Gabriela Vulcano
Assim como intuem que serão derrotados novamente nas eleições gerais de outubro, no governo nacional estão resignanados a que o desembolso do Fundo Monetário Internacional (FMI) de US$ 5,4 bilhões, programados para chegar em setembro, só estará disponível após as eleições de 27 de outubro.

A pressa com que na Casa Rosada esperava, no começo, a próxima remessa do Fundo Monetário foi diminuindo de intensidade. “O desembolso não ocorrerá até depois das eleições”, disse uma autoridade com um escritório na Casa de Governo. No entanto, fontes próximas ao Ministro de Economia Lacunza enfatizaram que até agora “não há confirmação oficial” de que o pagamento será adiado, embora tenham admitido que é difícil chegar dinheiro antes de 27 de outubro devido à mudança de autoridades dentro do FMI – existe atualmente um diretor-gerente interino, David Lipton .
O ministro das Finanças, após se reunir com o presidente do Banco Central, Guido Sandleris, com o diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Alejandro Werner e com o chefe da missão argentina, Roberto Cardarelli, se reunirá na próxima semana com representantes do FMI na cidade americana de Washington para concluir a quinta revisão do programa.
