A queda nas importações argentinas para o Brasil foi explicada principalmente pelos automóveis de passageiros, veículos de carga e soja em grão
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A Câmara de Comércio da Argentina (CAC) informou hoje que o comércio bilateral entre a Argentina e o Brasil terminou em US$ 1.743 milhões em julho, o que representou queda de 17,4% .

Uma das principais causas da contração comercial foram as importações argentinas do Brasil, que registraram uma queda de 27,9% -US$ 836 milhões-, assim como as exportações locais para o país vizinho que caíram 4,6% -, US$ e 907 milhões-, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, divulgados pela CAC.
Depois de dois meses consecutivos de déficit, em julho a balança comercial da Argentina mostrou um superávit de US$ 71 milhões.
Da mesma forma, o declínio nas importações argentinas foi explicado principalmente por carros de passeio, veículos de carga e soja em grão.
A Argentina ficou em quarto lugar entre os maiores fornecedores do Brasil, atrás dos Estados Unidos, China e Alemanha. E com relação aos principais compradores do Brasil, a Argentina ficou em terceiro lugar, atrás da China e dos Estados Unidos.
A CAC explicou que, no período de janeiro a julho de 2019, o intercâmbio entre as economias dos dois países caiu 24,3%, atingindo 12.165 milhões de dólares, enquanto a balança comercial da Argentina reverteu seu sinal, apresentando um superávit de 261 milhões de dólares.
Esse desempenho respondeu ao aumento das exportações da Argentina para o Brasil (1,8%) e as importações argentinas que despencaram (40,3%) nesse período, segundo o relatório.
