Sérgio Moro disse, em rede social, que barrar os torcedores violentos da Argentina “só foi possível” porque a ministra de segurança argentina, Patricia Bullrich entregou previamente a lista. Argentina faz isso desde a Copa da África do Sul.
Os torcedores violentos argentinos, conhecidos como “barras bravas” são um problema de segurança pública para onde forem. Por isso, já na Copa da Alemanha, o governo argentino colaborou com o europeu para a identificação deles. E foi na Copa da África do Sul que o governo argentino começou a fornecer a lista dos “barras bravas” às autoridades da FIFA para que os países que sediam o evento posaam impedir o seu ingresso. Assim aconteceu também na Copa do Brasil, embora alguns tenham conseguido burlar a proibição entrando por terra.
Portanto, estranha a alegação do ministro Sérgio Moro de que “só foi possível” barrar os torcedores violentos pela gestão da ministra argentina, em plena campanha eleitoral na Argentina. A pergunta é: Moro virou cabo eleitoral de Macri?

