A partir da meia-noite de quarta-feira 29 começou uma nova greve geral contra o governo de Mauricio Macri, a quinta organizada pela CGT –Confederação Geral do Trabalho-. Muito sentida na Capital Federal e Grande Buenos Aires.
FONTE: Primereando la Noticias
Quase todos os serviços públicos aderiram à greve, tais como ônibus de curta e longa distâncias, aviões, barcos e táxis.

A greve foi acompanhada por marchas e cortes de ruas por grupos de esquerda que complicaram o acesso para a cidade de Buenos Aires e o trânsito no centro da cidade.
À greve, convocada pela CGT, se somaram outras centrais sindicais: a Central de Trabalhadores da Argentina (CTA), a Corrente Federal de Trabalhadores (CFT), a Frente Sindical para o Modelo Nacional (Fresimona), e o poderoso grêmio dos caminhoneiros, de Hugo e Pablo Moyano. Também participaram movimentos sociais e partidos de esquerda.
Possivelmente seja a última greve geral contra a atual administração da Macri. Na central sindical admitem que, pela própria dinâmica eleitoral, é improvável convocar novamente uma greve antes da mudança presidencial em dezembro.

