FONTE: nodal.am│Como foi anunciado, às 14h o partido no poder começou uma corrida contra o tempo para obter quórum e iniciar uma sessão especial na Câmara dos Deputados em que deviam discutir várias questões sensíveis, reforma da aposentadoria como o mais importante. Algo que a situação acabou não conseguindo: passadas às 15h10 o presidente da Câmara, Emilio Monzó, teve que suspender a discussão, embora antes tivesse assegurado ter o número necessário para iniciar a sessão em meio a um escândalo.
“Com 130 deputados dá-se início à sessão”, disse Monzó às 14h 30h o que gerou graves incidentes no recinto, quando vários deputados da oposição foram protestar e solicitar adiar a sessão, principalmente pelos incidentes que aconteciam fora do Congresso. Houve empurrões e gritos protagonizados pelo presidente da Câmara e dos legisladores Máximo Kirchner, Guillermo Carmona, Carlos Castagneto e Leopoldo Moreau.

Minutos depois, a deputada oficialista Elisa Carrió voltou a fazer uso da palavra. Desta vez, para anunciar que Cambiemos (partido oficialista) pedira que a sessão fosse suspensa.
“Como rejeitamos a violência, peço-lhe para suspender esta sessão escandalosa”, afirmou a deputada da Coalizão Cívica.
Após esta exposição, já às 15h10, Monzó decidiu terminar a sessão especial, cuja expectativa maior estava na reforma da previdência, medida rejeitada por grande parte da oposição, porque eles acreditam que os aposentados vão perder poder de compra com a nova lei.
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